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Mostrando postagens de Maio, 2011

Dualidade do conhecer

Não te ofereço metade de mim,  te ofereço meu lado bom e ruim, não espero te convencer que sou interessante, espero que você tenha o tato para gostar do meu jeito, não precisa me ver para saber o que sou, nem só me ouvir para pensar se digo verdades. Quero que você conheça o Victor Hugo que a vida vem construindo e dia-a-dia modela sua forma de pensar. Meu estilo de vida aventureiro me orienta uma felicidade que só minha determinação pode dizer se vai valer a pena. Não penso no preço mas sim no tempo que preciso investir para ter momentos felizes. Me dou o direito de enlouquecer e de tropeçar para fortalecer meus calos que endurecem meu otimismo e me faz ficar deitado em meu próprio divã de auto-crítica.
Não busco uma amizade dissimulada e de conveniências, muito menos desdenho de seu jeito meigo de ser, sou o que sou não o que dizem, um pouco mais do que pensam, muito mais do que imaginam, surreal para sua realidade.

Enquanto se olha

Sempre relutei em expor meu lado emocional em blogs. É contra minha política de privacidade, mas surpresa chega sem avisar e eu precisava pensar um pouco mais nisso tudo, afinal, quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação. 
Estranho se perguntar quantas coisas cabem em um olhar, é algo expressivo, é como falar. Dizem que deveríamos olhar demoradamente para nós próprios antes de pensarmos em julgar alguém, mas a verdade é que naquele instante você perde a noção de tempo e muita coisa fica no ar.
Só sei que aquele olhar me desconcerta, me desmonta, me desarma e fico refém de uma experiência a escuro na qual não tenho habilidade de desbravar. É estranho como que o mundo se cala e suas próprias crenças políticas e regras de convivência vão tudo para o alto quando você simplesmente continua a olhar.  É como se a própria experiência não servisse de nada, que o fato não é mais fato e não existe palavra no seu vocabulário capaz de responder qualquer coisa que ela que…