Parábola da Caverna e do Nome ----- por Victor Hugo De Sousa Conheci um homem que nasceu dentro de uma casa forte. Seus pais haviam construído um legado empreendedor respeitado. Havia prosperidade. Havia reputação. Havia portas abertas. Deram ao filho algo que muitos homens jamais recebem: educação de primeira e a expectativa silenciosa de que um dia ele levaria o nome da família adiante. Mas a vida — que não reconhece títulos herdados — virou a mesa. O Castelo Ferido Quando chegou a idade em que um homem precisa escrever o próprio capítulo, o castelo já estava ferido. Dívidas, processos e penhoras haviam marcado o nome da família. Nos registros frios do sistema financeiro, o sobrenome que antes abria portas passou a fechá-las. Para o mundo corporativo — especialmente no rigor da engenharia industrial — ele havia se tornado um risco. Nenhuma multinacional deseja contratar um homem acompanhado por fantasmas jurídicos. Assim começou um tipo curioso de exílio. O Homem Q...
Certa vez recebi um recado, que particularmente gosto de ostentar em meu mural particular de memórias e fotografias: "a inteligência é feita por um terço de instinto, um terço de memória e o último terço de VONTADE!" - De uma simplicidade genial e poderosa, minha colega envia um recado que conversa com essa minha inquieta alma que tanto quer e muito quer viver... Se a palavra ainda vale alguma coisa prometo mundos e fundos para que, meu antigo eu, acredite em mim ao menos uma última vez! Não gosto de supor coisas! Prefiro viver, testar, colocar à prova, ter a experiência viva de criar empatia, caminhar junto, analisar mais uma vez, mudar a rota, traçar uma reta e pegar de novo aquele sinuoso caminho que separa o início de tudo e meu próprio Apocalipse! Curiosa emoção essa de gostar de crescer e aprender. O céu e o inferno separados pelo tesão de me conectar e desenvolver ou me aborrecer com uma rotina previsível, entediante e com medo de mudanças que quero pra ontem! Sinto u...